Nos dias 27 e 28 de abril (sábado e domingo) acontece o tradicional evento que abre a temporada de montanha, a melhor época para escalar e caminhar nas alturas. Se você não escala, nem sobe montanhas, venha conhecer o evento que se realizará na praça General Tibúrcio, na Urca, em frente a estação do teleférico do Pão de Açúcar. Quem sabe você não se empolga e vira outra lagartixa das paredes!? E se você já é montanhista, não deixe de vir rever os amigos e relembrar as muitas histórias vividas na montanha.
A programação abre com os workshops de escalada e você pode se inscrever para treinar autorresgate, ancoragens, técnicas de guiada, ascensão por corda fixa e se nunca escalou, aproveita a chance no workshop de batismo de escalada.
Durante o dia todo estarão montadas barracas de lojas de montanha, clubes de montanha, stands de livros e exposições. No final do dia de sábado acontecerá uma palestra com Raphael Nishimura sobre "Escalando os Desafios da Vida". Em seguida outra palestra com Sergio Tartari e Flavio Daflon (da Companhia da Escalada - e meu marido! Que fofo!) sobre a conquista da via Samba do Leão, no Fit Roy, na Patagônia Argentina, juntamente com o argentino Luciano Fiorenza. E as 20h tem o Cine Montanha na Praça com os filmes "Montanhistas, Episódio Conquista no Irmão Maior", do Canal Off, "Verticalmente Démodé", de Davide Carrari e Maurizio ‘Manolo’ Zanolla e "Beyond the Summits" (‘Além dos Cumes’), de Rémy Tezier.
No domingo tem o Festival da Montanha, com stand cultural, demonstração de Resgate pelo Corpo de Bombeiros Militares, lançamento da quinta edição do livro Guia de Escaladas da Urca, dos escaladores Flavio Daflon e Delson de Queiroz. Durante o dia todo vai rolar o campeonato "Desafio 5.10 ATM Boulder". Na parte da tarde tem as oficinas de segurança, com Hans Rauschmayer sobre vias ferratas e com Flavio Daflon sobre técnicas de segurança. No final do dia haverá o sorteio e encerramento. Sorteio? Que sorteio é esse Cintia? Então, para concorrer ao sorteio basta levar 1kg de alimento não perecível e entregar na tenda responsável. Esses alimentos depois serão doados para família necessitadas e instituições de caridade. Mais informações sobre o evento, consulte o site da Federação: FEMERJ.
Assistindo o Canal da Tatiana Feltrin e da Patricia da Vivo Leitura, vi uma Tag bem legal e resolvi fazer também. A sugestão foi do Gabriel para a Tatiana. Essa tag consiste em 10 perguntinhas:
1. Você já leu algum livro que mudou sua maneira de ver o mundo? 2. Você gostaria que seus diários (ou suas memórias - para quem nunca escreveu um diário) fossem transcritos em um livro e publicados? 3. Qual é o seu maior medo no universo literário? 4. Qual livro você leu e gostaria de ler novamente? 5. Você considera algum livro da sua coleção como um troféu? (Foi difícil de conseguir ou foi uma conquista, um presente de alguém muito querido... etc.). 6. De qual festa ou comemoração que aconteceu nos livros que leu gostaria de ter participado? 7. Você já sofreu algum tipo de bullying literário por causa de alguma obra que você gosta? 8. Você já participou ou conhece algum grupo de leitura? 9. Se você tivesse que dividir sua alma em 7 livros, quais seriam? 10. Se você tivesse o poder, qual personagem de qual livro mudaria, ressuscitaria ou faria desaparecer? Quer saber as minhas respostas? Veja o vídeo abaixo! E faça você também, é bem legal!
Assistindo ao vídeo do Luis do Canal Ler ou não Ler, sobre o livro a Ilha do Tesouro ele citou a dificuldade que encontrou com algumas palavras do texto escrito em "mil e oitocentos e guaraná com rolha".
Isso me fez lembrar meu tempo de colégio, quando tive que ler o livro O Alienista, de Machado de Assis, na quinta ou sexta série (não lembro, eu tinha uns 12 ou 13 anos) para fazer um resumo para a aula de Português.
Lembro que tive muita dificuldade de entender o livro por conta do meu escasso vocabulário e tive que ler o coitado umas três vezes para conseguir entender do que se tratava. Ainda bem que ele é fino. foi um sufoco, mas eu consegui. Penso até em relê-lo novamente para ver como me sinto em relação a ele hoje em dia.
Bem, então fiz esse post para perguntar pra vocês que me lêem. Se é que alguém aí me lê. Qual foi o livro mais difícil de entender que você já leram ou que tinha mais palavras desconhecidas do seu vocabulário? Conta pra mim aqui nos comentários ou como um vídeo resposta ao meu. Vou adorar ouvir sua história.
Resolvi remexer nos meus antigos diários, pois sabe como é, com a idade a gente vai esquecendo muita coisa e já não lembrava como fui para no mundo da montanha. Nessa pesquisa pelo passado, descobri que meu primeira acampamento na vida foi no final do ano de 1992, aos 17 anos. Ou seja minha vida de montanhista começou a exatos 21 anos. Ui, o tempo passa. Segue meu singelo relato da aventura pela trilha do Itupava em direção ao Marumbi, na Serra do Mar no Paraná.
04 de janeiro de 1993 - Segunda-feira Querido diário:
Ponte onde quase fomos atropelados pelo trem.
"Nesse final de ano fiz meu primeiro acampamento com o sergio (Macaco), o Eduardo, o Jeferson e o Ederval (Zeguedé). Saimos na sexta-feira, pegamos o ônibus Borda do Campo de 15:20h e descemos no pé do Inhangava (na verdade é Anhangava, mas eu não sabia escrever na época). Pegamos uma trilha hiperpenosa (não quis dizer que era cheia de penas, não, tá? Na verdade nem sei se essa palavra existe. Enfim...) pra quem nunca acampou, cheia de subidas íngremes e vários trechos cobertos de lama.
Eu na ponte de ferro no Moinho.
Andamos umas três horas até chegar no Ipiranga. O lugar é lindo! No término da narração eu faço um mapa de onde acampamos. Perto dali, seguindo pelos trilhos, há um lugar que eles denominam de "moinho" que é demais! Tem uma cachoeira deslumbrante! Passamos a noite lá.
Moinho do Ipiranga.
No outro dia aproveitamos para curtir o lugar, pois o Zeguedé teve que voltar até a casa dele pra buscar as varetas da barraca que ele havia esquecido. Nesse intervalo que ficamos acampados resolvemos ir até a ponte onde o trem passa. O Eduardo atravessou e ficou olhando do outro lado. Eu estava indecisa de passar por medo (é bem alto), porém resolvi passar com o auxílio do Sergio.
Zeguedé, Cintia, Jeferson e Sergio.
Quando estávamos no meio da ponte, ouvimos o Eduardo gritar que o trem estava vindo. Quando olhamos o trem já havia feito a curva e já entrava na ponte, foi um sufoco! Mal tivemos tempo de virar, voltar correndo e sair da ponte pulando no barranco, o trem passou zunindo rente ao corrimão da ponte. Que susto!
Estação N. S. de Cadeado.
Depois que o Zeguedé voltou levantamos acampamento e seguimos pelos trilhos. Ao invés de seguirmos pela trilha da represa resolvemos cortar caminho e continuarmos pelos trilhos. Foi quase uma aventura, passamos por inúmeras pontes e túneis e vislumbramos lugares maravilhosos como o Véu da Noiva (uma cachoeira).
Trilhos e túneis.
Fomos parar na estação de Cadeado. De lá pegamos uma trilha mais difícil até uma clareira denominada "Cemintério". Íamos acampar lá, mas resolvemos continuar até a estrada de Porto de Cima. Viramos a direita e andamos até a estação de Engenheiro Langue (parecia que aquela estrada não tinha fim), chegando exaustos. Íamos acampar ali e na manhã seguinte seguir até o Marumbi e subí-lo, porém devido ao estado da turma decidimos pegar o trem que ia passar e voltar pra casa. Fizemos um lanche na estação e o continuamos no trem. A viagem foi tranquila e demorada. Chegamos em casa tarde da noite. Meus ombros e costas doíam, estávamos suados e sujos da caminhada, mas valeu a pena!" Não foi dessa vez que conheci o Marumbi!
Nas minhas peregrinações pelos vlogs literários que adoro, assisti no Canal da Tatiana Feltrin, um vídeo em que ela propunha uma discussão sobre quem tem cacife para falar de literatura, de livros, e se uma pessoa precisa conhecer teoria literária para falar sobre isso. Muito bem! Fiz um vídeo resposta que espero tenha ficado bom, já que sou nova nessa área e bastante tímida para isso. E também quero deixar aqui por escrito minha opinião. Ah, e não sou formada em nada sou apenas montanhista amante de livros. Eu admito que uma pessoa que vai expor seu trabalho numa banca examinadora, ou trabalhar na área, fazer uma resenha em revistas especializadas, etc. tenha que ter algum conhecimento literário mais aprofundado. Porém, isso não quer dizer que outras pessoas, "pobres mortais" como eu não possam expor sua opinião sobre suas leituras. Afinal, qual a função de um livro? Qual a função de um leitor? Um livro só existe enquanto tem alguém que o leia. O que é um livro ou um escritor sem seus leitores? Se para uma pessoa ler um livro ela vai precisar fazer anos de faculdade e cursos de especialização, então o mesmo perde toda a sua função que seria o de divertir, ensinar, colocar questionamentos. E como eu vou estudar todos esses anos para me especializar se não aprender nos livros a ler e cultivar um vocabulário e algum conhecimento. Porque eu iria ler um livro se somente outra pessoa, que se diz mais entendida, pode entender e me dizer o que o livro quer me dizer. Qualquer pessoa tem o direito de manifestar, pelos meios que desejar, sua opinião sobre um livro ou a literatura em geral. Todo mundo tem o direito de dizer que não gosta de poesia, ou que não tem afinidade com clássicos ou que só gosta de romances de banca ou curte apenas livros infanto-juvenis ou que seu gosto é apenas por quadrinhos. Eu posso não entender nada de teoria literária, mas eu vou ter minha opinião sobre o que li, mesmo que não tenha entendido ou gostado. Eu não tenho obrigação de adorar Shakespeare só porque ele foi o maior escritor do seu século. Eu tenho que sentir se gostei ou não da história que ele me contou e da forma como o fez. Todo o restante pode me acrescentar mais conhecimento, enfeitar minha opinião, mas não vai mudar minha vida, nem pagar minhas contas. A única premissa é que o opinador tenha lido sobre o que se propôs a opinar, ou seja, se vai falar de um livro, é preciso ter lido o mesmo para fazê-lo. E é muito importante que o leitor tenha a humildade e honestidade de falar o que realmente sentiu, se gostou, se não gostou, se entendeu ou não entendeu e até pedir opinião de outras pessoas para tentar elucidar o que não foi entendido. Ter opiniões de pessoas "normais" pode incentivar muito mais outras pessoas a ler do que uma resenha crítica toda enfeitada de teoria literária. Assim como é importante entender que nem todos tem os mesmos gostos ou mesmo sentimento por determinada obra ou autor, e respeitar a opinião alheia. Você pode tentar convencer alguém que sua opinião é válida, mas nunca menosprezar a dos outros. Para concluir, não é preciso ter um conhecimento acadêmico para dar sua opinião sobre as coisas, mas sim conhecer o objeto de que se está falando, seja lendo o livro, pesquisando sobre o escritor ou sobre o assunto abordado. Se todos pensássemos igual o mundo nunca teria evoluído e ainda estaríamos nos escondendo em cavernas e caçando animais selvagens de maneira rústica e perigosa. O ser humano nesse tempo todo errou em muitas coisas, mas também criou maravilhas, mas a verdade é que ninguém é dono da verdade e essa pode ter muitas faces. Então, se a pessoa não sabe discordar educadamente da opinião dos outros, ou acha que conhece a verdade e detém todo o conhecimento do mundo é melhor ir morar com Zaratustra em sua caverna (quem sabe ele possa te ensinar alguma coisa) ou se embrenhar num deserto. Ou melhor, que vá ler um livro, já que só eles o entendem. Mas se for para compartilhar com humildade seu conhecimento, seja muito bem vindo! Eu quero ouvir sua opinião e discutir sobre ela. Quem sabe não me convence os seus argumentos, ou os meus o convençam, ou ainda possamos cultivar nossas opiniões diferentes, mesmo sendo amigos. Afinal, para que ter inimigos se você pode fazer amigos? Pense nisso! Abaixo tem vídeos respostas que encontrei no Youtube, se você quiser deixar o seu na lista é falar nos comentários que eu acrescento.
A primeira edição que li da Coleção Clássicos da Literatura
Juvenil foi A Ilha do Tesouro, editada em 1971 recontado por Ecy Aguiar Macedo em 189 páginas e
Ilustrado a carvão por Walter Hune, as ilustrações são bonitas e em preto e
branco. A obra original conta de 240 páginas.
A outra edição desse mesmo livro, da coleção O
Prazer da Literatura, é traduzido e adaptado por Tamara Vivian Katzenstein e
ilustrado por Tabet e tem belas ilustrações coloridas. Devo fazer um vídeo para
mostrar esses detalhes. Aconselho aos que não curtem muitas descrições que
leiam uma versão recontada ou adaptada até estar preparado para a versão
original da obra, assim vão curtir mais.
Veja o vídeo com a diferença entre as duas edições:
A obra
A história contada por um menino de 12 anos chamado Jim Hawkins, se
passa na Inglaterra do século XVIII ou XIX e narra as aventuras desse
personagem ao ver-se envolvido por uma busca ao tesouro do famoso pirata Capitão
Flint.
Os problemas começam quando um estranho misterioso chega a hospedaria
dos pais de Jim. Na verdade era o pirata Bill Bones, que fugindo de outros
piratas leva consigo o mapa do tesouro de Flint. Logo aparecem os outros piratas
reivindicando sua parte, e entregando a Bil a “mancha negra” e dando um prazo
para que o mapa fosse entregue. Mas no desenrolar da história Bill morre devido
a saúde precária antes que os outros consigam colocar as mãos no mapa que acaba
caindo nas mãos de Jim.
Com o auxílio de dois amigos mais velhos, um médico
(Dr. Livesey) e um nobre cavalheiro (Lorde Trelawney) ele parte para uma grande
aventura atrás do esconderijo. Mas depois de armarem um navio (o Hispaniola), no
meio da viagem Jim e seus amigos descobrem que o dúbio cozinheiro John Long
Silver está tramando um motim para se apoderar do tesouro quando for
encontrado. E então a história se desenrola com muitas reviravoltas de tirar o
fôlego e percebemos que esse personagem inusitado e complexo (Silver) nos faz
ficar em dúvida se é bom ou mau, chegamos a sentir uma certa pena dele.
A
história recontada prende muito por ter muitas partes descritivas sobre navios
e manobras extirpadas do texto, o que contribui com a fluidez do texto, sendo
muito indicado para jovens que normalmente não tem muita paciência para essas
partes. E também para os mais crescidos que gostam mais de ação do que de descrição.
Ler esse livro é quase como assistir a sessão da tarde na
TV, aqueles filmes que a gente adora (eu pelo menos gostava) de sentar pra ver
depois da escola. Ele me fez lembrar muito dos filmes da série Os Piratas do
Caribe (mas sem a graça e a fofura do Jack encarnado pelo Johnny Deep).
Essa
obra do Stevenson foi escrita em 1883 e inspirou outros escritores, cineastas e
histórias em quadrinhos. A principal adaptação para o cinema é da Walt Disney,
de 1950 (http://www.cineclick.com.br/filmes/ficha/nomefilme/a-ilha-do-tesouro/id/4712), inclusive o mega sucesso de Os Piratas do Caribe tem como inspiração várias
partes da história de Stevenson. É o livro que construiu o estereótipos dos
piratas de olho de vidro e perna de pau e com um papagaio no ombro, e vive até hoje na nossa
imaginação e em nossas histórias infantis.
O autor
As duas edições divergem sobre a vida do autor. Uma diz que
ele estudou engenharia naval, mas bacharelou-se em Direito e a outra diz que
ele abandonou a faculdade de Engenharia pouco depois de matricular-se para se
dedicar aos livros. De qualquer forma Stevenson é um escritor escocês que nasceu
em 1850 e morreu na Polinésia em 1894. Portanto viveu nesse mundo por apenas 44
anos. Iniciou sua carreira literária publicando um panfleto anônimo (The
Pentland Rising) e uma série de ensaios na Revista The Cornhill Magazine.
Aos 33 anos escreveu A Ilha do Tesouro e foi aclamado como
um dos melhores autores da literatura mundial, tornando-se famoso e elogiado no
mundo todo. Três anos depois escreveu outro sucesso “O Estranho caso do Dr.
Jeckill e Mr. Hyde”, mais conhecido entre nós como O Médico e o Monstro.
Obras principais:
In the south Seas (Viagens aos Mares do Sul)
New Arabian Nights (Novas Mil e uma Noite)
Treasure Island (A Ilha do Tesouro)
The Black
Arrow (A Flecha negra)
The Master
of Ballantrae (O Senhor de Ballantrae)
Kidnapped
(Raptado)
The Stange
Case of Dr. Jeckill and Mr. Hyde (O médico e o monstro)
Eu tinha dois velhos volumes de uma coleção de clássicos
juvenis da Abril Cultural e herdei da minha sogra (obs.: ela não morreu, tá, só
me deu os livros, e eu adoro ela) mais alguns volumes. Curiosa fui pesquisar de
quantos volumes se tratava a coleção e descobri que eram 50 volumes. Hum! Louca
psicótica que sou por livros e coleções lá fui eu levantar poeira dos sebos,
afinal as edições eram de 1971/72 e depois de alguma labuta consegui completar
a coleção. Muitos estão em estado lastimável, mas o que conta é a história.
Veja abaixo um vídeo mostrando a coleção!
01. A Ilha do Tesouro - Robert Louis Stevenson 02. O Conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas 03. Aventuras de Tom Sawyer - Mark Twain 04. Os Três Mosqueteiros - Alexandre Dumas 05- Dom Quixote - Miguel de Cervantes 06- Alice no País das Maravilhas/ Alice no País do Espelho - Lewis Carroll 07- O Último dos Moicanos - James Fenimore Cooper 08- David Copperfield - Charles Dickens 09- O Capitão Tormenta - EmiIílio Salgari 10- Odisseia - Homero (do texto em inglês de Alfred J. Church ) 11- Ben-Hur - Lewis Wallace 12- Aventuras de Huck - Mark Twain 13- Beleza Negra - Anna Sewell 14- Robin Hood 15- Sem Família - Hector Henri Malot 16- Mulherzinhas - Louisa May Alcott) 17- Ivanhoé - Walter Scott 18- Os Patins de Prata - Mary Mapes Dodge 19- Viagem ao Centro da Terra - Julio Verne 20- Chamado Selvagem - Jack London 21- Robinson Crusoé - Daniel Defoe 22- 20.000 Léguas Submarinas - Julio Verne 23- A Filha do Capitão (A. S. Pushkin) 24- Robinson Suíço - Johann Rudolf Wyss 25- Caçadores de Cavalos - Zane Grey 26- Moby Dick - Herman Melville 27- O príncipe e o Mendigo - Mark Twain 28- Nevada - Zane Grey 29- Aventuras de um petroleiro - Richard Armstrong 30- A rapaziada de Jô - Louisa May Alcott 31- A volta ao Mundo em 80 Dias - Julio Verne 32- Viagens de Gulliver - Jonathan Swift 33- Raptado - Robert Louis Stevenson 34- As Mil e Uma Noites 35- Rei Artur e Seus Cavaleiros 36- O Corsário Negro - Emílio Salgari 37- Os irmãos Corsos - Alexandre Dumas 38- O Pequeno Lorde - Frances Hodgson Burnett 39- Winnetou - Karl May 40- Heidi - Johanna Spyri 41- O Máscara de Ferro - Alexandre Dumas 42- Os Piratas da Malásia - Emílio Salgari 43- Carlos Magno e Seus Cavaleiros 44- A Ilha Misteriosa - Júlio Verne 45- Os Trabalhadores do Mar - Victor Hugo 46- O Corcunda de Notre-Dame - Victor Hugo 47- A pequena Fadette - George Sand 48- Oliver Twist - Charles Dickens 49- O Capitão Fracasso - Theóphile Gautier 50- Tom Jones - Henri Fielding
Mas não é que em 2012 a Abril Cultural resolveu relançar
alguns clássicos e nos presenteou com a coleção O Prazer da Leitura. Como a
coleção é direcionada ao público juvenil, todos os volumes são de clássicos da
literatura ilustrados e adaptados, ótimos para introduzir a boa leitura na vida
dos jovens. Tá, eu sei que já não sou tão jovem, mas meu espírito é uma criança
e não pude resistir e comprei a coleção de 21 livros, sendo um deles um livro
de Conceitos: como usar e conhecer mais as obras da coleção. Veja abaixo um vídeo
mostrando a coleção!
Como
eu tinha o projeto de reler os 50 clássicos da velha coleção e alguns estão
repetidos na nova coleção, aproveitei e comecei a ler as versões de cada
coleção, quando existirem as duas. Por exemplo, o primeiro volume da Coleção
Clássicos da Literatura Juvenil (1971) é A Ilha do Tesouro de Robert Louis
Stevenson e que equivale ao número 17 da coleção O Prazer da Leitura (2012). É
por ele que começarei a resenha desses livros no próximo post. Até lá! 1. Moby Dick - Herman Melville 2. Ben-Hur - Lewis Wallace 3. Dom Quixote - Miguel de Cervantes 4. Os três mosqueteiros - Alexandre Dumas 5. 20.000 léguas submarinas - Julio Verne 6. Lad, um puro sangue de corpo e alma - Albert Payson Terhume 7. O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde 8. Viagens de Gulliver - Jonathan Swift 9. A letra escarlate - Nathaniel Hawthorne 10. Beleza negra - Anna Sewell 11. Oliver Twist - Charles Dickens 12. Robin Hood - Howard Pyle 13. O chamado da selva - Jack London 14. O Conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas 15. Tess - Thomas Hardy 16. Canção de Natal - Charles Dickens 17. A Ilha do tesouro - Robert Louis Stevenson 18. Ivanhoé - Walter Scott 19. As aventuras de Tom Sawyer - Mark Twain 20. O último dos moicanos - James Fenimore Cooper 21. Robinson Crusoe - Daniel Defoe