domingo, 11 de agosto de 2013

Diário Otário e 90 Clássicos para Apressadinhos...




Querido Diário Otário é uma série de livros de Jim Benton em forma de diário com
várias ilustrações, que conta o dia a dia de uma menina a Jamie Kelly. Ela tem uma melhor amiga, a Isabela e um cachorro que ela chama de Fedido. Na escola ela é apaixonada pelo 8º menino mais bonito, o Thiago e tem como sua arquiinimiga, a Angelina, a garota mais bonita e popular da escola. Gostei, mas pra minha idade é bobinho (acho que até por isso tem graça), mas ainda prefiro O Diário de Um Banana. 

Jim Benton.

Recomendado para crianças entre 9 e 13 anos. Tem umas boas tiradas e mostra com é estranho o que se passa pela cabeça das crianças e adolescente! Dá pra ler cada volume em algumas horas se você já tem costume de leitura, mas no máximo um dia inteiro para quem não tem costume. e não me engano são 12 volumes mais um adicional até agora. Engraçadinho! Pra mim 2 estrelinhas!

Henrik Lange.

Já o 90 Clássicos para Apressadinhos, do Henrik Lange, é um livro de humor, que transforma 90 livros em 4 tirinhas resumidas. Não é de morrer de rir, mas tem graça para quem conhece algumas das obras. 

Na verdade, que não leu algum dos livros citados, tome cuidado que pode conter spoilers, então se pretende ler, pule os respectivos. Dá pra ler rapidinho em um dia, bom para quando você tem que enfrentar fila ou se está esperando a água ferver para o café! Duas estrelinhas!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Tag Alfabeto Literário


TAG: Alfabeto Literário

Criada por Valeu A Pena Esperar.

Tagueada pela Paty da Vivo Leitura.

Letras: 
I - Inimigo de Deus - Bernard Cornwell
J - A Jornada - Katrhyn Lasky
M - Mestre Gil de Ham - Tolkien
B - Beowulf - A. S. Franchini e Carmen Segafredo
V - Vale dos Cavalos - Jean Auel

REGRAS:
1) Você deve escolher 5 letras do alfabeto (no máximo para o post não ficar muito grande), podendo serem aleatórias ou seguidas e mandar para cada blog que você escolher, uma sequência.

2) O blog que receber a tag deverá escolher 5 livros que comecem com as letras que foram indicadas. Artigos não contam. Ex: " O mundo acabou". O artigo "O" não conta como letra "O", ou seja, o que vale são as letras da palavra secundária, nesse caso, a letra "M".

3) O número de blogs e letras depende de cada um. Na ausência de TODAS AS LETRAS, o leitor poderá fazer sua listinha de livros. Para participar da tag, você deve ter sido tagueado, ok?

Taggeados por mim:
Tatiana Feltrin - A, C, N, P e W
Videl do Ratos Letrados - B, D, H, L e Q
Patricia Pirota - E, G, M, O e R
Ju do O Baton de Clarice - F, S, T, A e Z

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Tag: Vamos Responder?


A Paty da Vivo Leitura fez essa tag inspirada nas perguntas feitas por Dayanne Bonfim da page do facebook Recomendando Livros. Quem me tagueou foi a fofa da Gê do guria Migrante. 

Tag: Vamos Responder?

1- Nunca li ...
2- Não sinto vontade de ler ...
3- Todo mundo gosta menos eu ...
4- Ninguém lê, mas eu gosto ...
5- Tenho vontade de concluir ...
6- Tenho curiosidade de ler ...
7- Leria tudo de novo...

Pessoas Tagueadas:
Felipe da Mafagafo
Eduardo da Perdido nos Livros
Gabriel do Um Papo entre Páginas
Edy do Contágio Literário
Rafael Delsin

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Tag: Bibliófilo Feliz...



Filipe Mafagafo traduziu essa TAG criada pelo canal : About Happy Books


Imagem encontrada no site
biblioancora.blogspot.com.br.
Quem quiser fazer a tag fique a vontade, mas não esqueça de colocar os créditos. As questões são:


1. Qual é a melhor parte de comprar livros novos?

2. Com qual frequência você compra livros novos?

3. Prefere livrarias físicas ou as on-lines?

4. Você tem uma livraria favorita?


Imagem encontrada no site
revisitaraeducacao.blogspot.com.br.
5. Você compra livros em pré-venda?

6. Você tem um limite de compras mensal?

7. A abstenção da compra de livros funciona para você?

8. Qual é o tamanho da sua lista de "desejados"?

9. Quais são os três livros que você gostaria de ter AGORA ?



Imagem encontrada no site casadoteatro.spaceblog.com.br

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas...



Esse é o primeiro livro de uma trilogia de Dumas, que inicia no século XVII, na França, no reinado de Luis XIII, tendo como primeiro ministro o Cardeal Richelieu. 

Nesse tempo existiam duas guardas de mosqueteiros, uma que protegia o Rei e outra o primeiro ministro. E entre ambas havia uma certa rixa. Era uma época de muita intriga palaciana e muitos combates e justas com espadas. 

Então entra na história um dos personagens mais famosos da literatura: D’Artagnan. Esse jovem é enviado pelo pai com uma carta de recomendação para o Sr. De Tréville, chefe dos mosqueteiros, em Paris. Por ser impetuoso, uma espécie de Dom Quixote bem jovem, ele arruma confusão pelo caminho todo e numa dessas perde até a carta de recomendação e faz seu primeiro inimigo, que perseguirá o livro todo, o homem de Meung.

Já em Paris arruma confusão com três mosqueteiros, que mais tarde serão seus companheiros inseparáveis pelo resto da história: Athos, Porthos e Aramis. Juntos participarão de várias aventuras no intuito de proteger donzelas em apuros, desfazer intrigas palacianas e confabulações de Estado. Correrão muitos perigos e farão muitas tolices. E ainda por cima terão como vilã a pérfida Milady. Ô mulherzinha intragável e feiticeira.

O que me irritou um pouco nesses mosqueteiros foi a irresponsabilidade deles. Eles tem muitos defeitos que os tornam bem humanos, apaixonam-se num estalar de dedos e perdem dinheiro como se ele desse em árvores. Mesmo assim sentia uma grande simpatia por eles e ficava angustiada e torcendo por eles, mesmo sabendo que no final eles sempre se davam bem. Contudo é bem interessante a maneira como se saem das enrascadas.

O final tem uma parte triste, mas que faz parte da história muito bem, porque deixa uma saída honrosa para manter nosso herói livre para outras aventuras. Quem ler vai saber porque.

Uma ressalva, minha leitura teria sido bem melhor se o livro fosse o texto integral. As duas versões que tenho são adaptações. As adaptações que li até agora de outros clássicos me foram suficientes, mas essa deixou um pouco a desejar, o texto nos faz sentir os cortes no texto. Creio que esta tradução e adaptação do Franciscus De Wiel seja suficiente para adolescentes impacientes, mas para mim senti que faltou muita coisa na história que me faria envolver mais com os personagens e acontecimentos. Há muitas partes que não fazem sentido no tempo, acontecem rápido demais. Mas não posso culpar o pobre De Wiel, pois transpor para 181 páginas um livro de 634 páginas é quase um milagre. Sem dúvida a história é ótima, mas se você tiver mais de 15 anos recomendo que procure uma edição com texto integral, fuja das adaptações com menos de 400 páginas.


Título: Os Três Mosqueteiros
Autor: Alexandre Dumas
Editora: Abril Coleções
Páginas: 247 (com ilustrações e apêndices)
Coleção: O Prazer da Leitura – volume 4
Tradução e adaptação: Franciscus De Wiel
Ilustrador: Gianni
Ano de edição: 2012

Outros blogs e vlogs sobre o livro:


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Grandes Obras da Literatura Universal em Miniatura...



Esse vídeo é pra mostrar minha miniestante de minilivros da Coleção "Grandes Obras da Literatura Universal em Miniatura" da Planeta D'Agostini. 

Eram 52 minilivros com texto integral e encadernação de capa dura. Muito linda e fofa, mas... muito cara! Então comprei só alguns exemplares e adquiri a estante que amei!



terça-feira, 25 de junho de 2013

Breve história de quase tudo – Bill Bryson...



Esse escritor e jornalista americano que morou 20 anos na Inglaterra, escreveu um livro onde reúne a resposta para quase todas as dúvidas que temos a respeito da formação do universo e o surgimento da vida na Terra. Como o próprio nome sugere, Breve história de quase tudo não vai contar toda a história da humanidade e sim o período que vai da formação do nosso universo até a criação e desenvolvimento da vida na Terra, terminando com o surgimento do homo sapiens.

Com uma narrativa de fácil entendimento para os leigos, Bryson explica tudo sobre átomos, big bang, química, física, geologia, enfim como chegamos até aqui. De maneira bem humorada nos conta como foram feitas muitas das descobertas que impulsionaram a evolução da tecnologia e da vida no planeta. Todas as teorias que deram origem a novas teorias e novas descoberta, as intrigas entre cientistas de diversas áreas, algumas que ajudaram e outras que atrasaram a história.

Há uma passagem que ele relata de forma engraçada a descoberta da inflamabilidade do hidrogênio: 

“Na França, um químico chamado Pilatre de Rozier testou a inflamabilidade do hidrogênio enchendo a boca com ele e soprado numa chama descoberta, provando de um só golpe que o hidrogênio é de fato explosivamente combustível e que as sobrancelhas não são necessariamente um traço permanente do rosto de uma pessoa” (pg. 71)

Há também uma passagem curiosa e interessante: 

“A radiação, na verdade, é tão perniciosa e duradoura que até hoje é perigoso manusear os papéis dela (Madame Curie) da década de 1890 – até os livros de receitas. Os livros de laboratório de Madame Curie são mantidos em caixas revestidas de chumbo, e para examiná-los é preciso usar roupa protetora.” (pag. 121)

Ele também nos faz refletir na nossa constituição de átomos. Somos formados da junção de zilhões de átomos imortais e após nossa morte eles se separam e vão formar outras coisas e outros seres, fazendo com que na verdade sejamos todos imortais, revivendo e fazendo parte de outros seres no futuro. Pense, nós podemos conter átomos que pertenceram a algum dinossauro ou até mesmo a um Faraó...

Bill conta numa nota de rodapé a incrível falta de sorte do cientista Planck, que perdeu esposa prematuramente, perdeu o filho mais novo na primeira guerra, a forma irônica que perdeu as filhas gêmeas, e como perdeu o trabalho de uma vida toda durante a segunda guerra. Ô falta de sorte! E o coitado viveu 85 anos! Isso é que é sobreviver! (pág. 127).

A comparação de Cropper para entender o quão minúsculo e pesado é o núcleo de um átomo é fantástica. Se expandirmos um átomo até o tamanho de uma catedral, o núcleo seria do tamanho de uma mosca, pesando mais que a própria catedral. Surreal!

Para os amantes da literatura, descobrir como a ciência influenciou alguns escritos de Aldous Huxley é muito interessante. Como na página 251 que ele fala que A. Huxley parodiou um dos cientistas Haldane (pai) num romance chamado Contraponto, criando o personagem do cientista Edward Tantamount, engraçado ler o porque. E do Haldane filho fala: 

“Huxley parodiou igualmente o Haldane mais jovem em seu romance Ronda Grotesca, mas também usou suas ideias sobre a manipulação genética de seres humanos como a base da trama de Admirável mundo novo.” (pag. 251)

Outro fato que chamou a atenção e talvez muita gente não saiba, a teoria de que a mitocôndria das células surgiu de uma bactéria que invadiu outra bactéria e como a experiência foi proveitosa para ambas, formou-se a célula, que faz com que a vida se reproduza através de seu DNA e RNA. Mas entender isso direito é preciso ler o capítulo todo. (pág. 306)

Os últimos capítulos, na quarta parte do livro é dedicado a todos os achados e teorias relacionados a nosso surgimento na Terra e a milhares de lacunas que ainda estão para serem elucidadas. Se somos uma linhagem direta de algum primata, se tivemos outros espécimes como nós convivendo num mesmo período de tempo, se temos um ancestral comum com os macacos... são ainda perguntas que ainda não estão bem respondidas, mas que aguçam nossa curiosidade.

Livro recomendadíssimo para quem gosta de ciências e antropologia.

Título: Breve história de quase tudo
Autor: Bill Bryson
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 484
Tradução: Ivo Korytowski
Ano de edição: 2005


Outros vídeos sobre o livro:
Ler ou não Ler
Tatiana Feltrin